fábrica de amor
Fábrica de Amor
O quanto, menina, anseio
Beijar-te toda, teu seio,
Cabelos, pele e boca,
Levar-te ao delírio extremo,
Calar-te enquanto gemo,
Enquanto te faço louca...
Quero adentrar verdejantes
Matas, vales excitantes,
E me perder em desejos...
Quero atar-te junto a mim,
Fazermos amor sem fim,
Me consumir com teus beijos...
Enquanto estivermos longe
Me comporto como um monge,
Apenas ao teu dispor.
És meu sonho desejado,
Meu paraíso encantado,
Minha fábrica de amor!
Autoria: Piero Valmart
a dor sempre revela amor
A dor sempre revela amor
O Sol já foi embora...
Agora, me vem o avesso da dor.
A imensidão deste acaso
Não é só sua.
Amor eu tenho demais!
Mas, não atinge sua escuridão.
Namoro à lua...
Ela não tem coração.
Quando me vê, só revela dor.
A dor que ela sente me revela seu amor...
Mas, a noite, revela a solidão.
Por onde eu for...
Sofredor é o meu coração.
Mas, desta vez...!
Não quero que acabe o sonho deste amor!
Seja como for, preciso desta ilusão!
De Magela
morro a cada dia

Morro a cada dia um pouco...
Sem ouvir sua voz...
Sem saber de você...
Sem poder te querer...
Por amar só você...
Por tentar apenas viver...
Por fazer existir...
Pela ausência do amor...
Pela força da dor...
De tanta saudade...
De tanto ciúme...
De tanto desejo...
Diga-me o que fazer?
Se nessa vida sem você...
Morro a cada dia um pouco!








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